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Nome? O que significa? Você está feliz com o seu nome?

O seu nome é o símbolo que acompanhará para sempre em todas as suas relações, o transtorno emocional é se não houver satisfação com ele, mas como mudar? Pois a escolha do nome, normalmente possui um significado para a família, e com ele se constituiu um vínculo.

A reflexão é sobre quando você se apresenta e a recepção que as pessoas têm em relação ao seu nome., isto é, imagina se seu nome for incomum, um nome que parece que só você possui, como você se sente quando fala o seu nome e ele causa estranheza ou dúvida? isto o deixa com um sentimento de exclusão?

No decorrer da vida, se de fato não se sentir satisfeito com o seu nome, em vez de aceita-lo, você precisa achar um culpado em da razão da incompreensão ocorrida diante dos outros, pois se deu conta que não gostaria de ter este nome.

A partir daí há o início das investigações, a primeira suspeita da culpa pela escolha do nome poderá ser da mãe, mas quando a mãe diz que não foi ela que escolheu e nem o pai.

E quando o nome causa transtornos? E esses podem ser psíquicos?

Enfim, a ideia do texto foi pincelar sobre a questão do nome, quais as consequências sociais e psicológicas que culminam em transtornos de diversas categorias.

Percebi que alguns casos que atendi os diversos transtornos foram causados por vergonha do nome.

E no tratamento psicológico de alguma forma este problema apareceu de uma forma ou de outra através de um protesto.

Abaixo um exemplo de pessoas que tiveram problemas com os nomes.

Neurótica (Do G1, com informações do Bom Dia Brasil – 27/08/08)

Quando escrevia o nome, ela já ficava nervosa: “Escrevendo Neura, Neura, Neurada, Neurótica”, lembra a empregada doméstica Nívea Alves Rodrigues.

Ter que falar, então… “Às vezes perguntavam meu nome, eu falava, aí, já vinha a brincadeirinha: ‘Você é neurada, né?’ “, conta a empregada doméstica.

Ela decidiu mudar o nome para Nívea. Acabou a Neura.

“Já sinto até mais feliz até de assinar o meu nome em qualquer lugar. Fico assinando o tempo todo. Na verdade, eu me sinto outra pessoa mesmo”, conta Nívea Alves Rodrigues.

Nívea procurou a defensoria pública, em Belo Horizonte. Só lá, a média é de 50 pessoas por mês pedindo para mudar o nome. O processo é simples quando pede apenas a correção de erros de grafia, como troca ou falta de uma letra. Mas é preciso provar que a mudança não é para escapar, por exemplo, de alguma pendência na Justiça.

“A gente requer uma certidão negativa da Justiça Federal, da justiça estadual, dos juizados especiais, do cartório, do distribuidor de protestos. Se estiver tudo certo, não tem problema”, explica o defensor público Bellini

Figueiró Bastos.

Dalton x Dagmar

Era o que acontecia com Dalton. Imagine um mecânico chamado Dagmar. Além das piadinhas no trabalho, constrangimento no dia-a-dia ao mostrar a carteira de identidade.

“Olhava o nome Dagmar, olhava bem a identidade, olhava para o meu rosto”, lembra o mecânico Dalton Rodrigues Novaes.

O processo na Justiça durou cinco meses e finalmente, agora, ele se chama Dalton. Foi bom até com a namorada.

“Quando a gente namorava, o meu nome era Dagmar e ela não concordava de a gente casar e colocar dois nomes femininos na certidão de casamento. Era uma situação chata, né? Agora o casamento saiu. Com o nome de Dalton”, comemora o mecânico Dalton Rodrigues Novaes.