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Infelizmente o assunto referente ao preconceito e destacou quando a tragédia, a barbárie é observada através do real e das câmeras incitando o horror no qual foi traduzida na violência física, moral e psicológica.

O destaque foi de dois jovens matando um homem como se estivessem em um vale-tudo, este sem técnica ou sem patrocínio. (Notícias Uol 26/12/2016)

A homossexualidade é definida como a preferência sexual por indivíduos do mesmo sexo. Entretanto, este conceito é um tanto vago, já que o termo “preferência” pode conotar a tendência a escolher, optar, e acaba não incluindo os processos biológicos e psicoculturais que podem determinar esta “escolha”. (NUNES, 2008).

Na verdade, a homossexualidade não é algo novo no comportamento humano. A sua manifestação remonta desde os primórdios da humanidade. Contudo, em decorrência da pós-modernidade e das inúmeras transformações sociais esse comportamento é cada vez mais comum nos âmbitos sociais. Sendo assim, a homossexualidade uma expressão natural da sexualidade humana, envolvendo afetos, sentimentos e emoções.

Em decorrência dos estudos de Kinsey em 1975, a Associação Americana de Psicologia situa a homossexualidade como orientação sexual e não como distúrbio ou doença psicológica. Desse modo, em 1986 a OMS (Organização Mundial de Saude) passou a não considerar a homossexualidade como uma doença.

Apenas em 1985, o Conselho Federal de Medicina passou a não considerar a homossexualidade como doença, enquanto o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e outras entidades da área não se manifestaram a este respeito até mais recentemente. Somente em 1999 foi promulgada a resolução 001, que estabeleceu aos psicólogos, normas de atuação em relação às orientações sexuais, especificando que a homossexualidade não era considerada doença.

Preconceito é conceituado como uma atitude não positiva contra pessoas de um grupo.

A psicologia, como ciência que objetiva promover a saúde do indivíduo, contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de discriminação, preconceito, negligência, violência, crueldade e opressão para com o sujeito, deve atuar na perspectiva de ajudar o indivíduo a se conhecer e se aceitar, a fim de minorar o preconceito e a falta de conhecimento acerca do assunto.

Em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

Segundo SOARES (2010) A homossexualidade, ainda nos dias de hoje, sofre em razão de preconceitos históricos, sociais, políticos e religiosos o que pode levar uma pessoa homossexual a vivenciar um sofrimento psíquico. Com isso, é preciso atentar que o grande problema a ser trabalhado refere-se à relação entre sociedade e o entendimento sobre o que vem a ser a homossexualidade, cabendo ao psicólogo também atuar junto a esta questão.

Fonte: https://psicologado.com/psicologia-geral/sexualidade/homossexualidade-desmistificando-e-garantido-um-espaco-para-subjetividade © Psicologado.com

Como transformar mágoa em alegria? Quais os antídotos para superar ofensas que se transformaram em ressentimentos?

Estamos em uma época que para muitos é de tristeza e para outros de imensa alegria, muitos acreditam que a mesa farta, com as festas, confraternizações obrigadas, “amigos secretos”, de alguma forma apagarão aquilo que não reciclaram durante o ano, mas pelo contrário, incentivaram o afastamento de muitos.

Não podemos dizer que tais ações é de todo ruim, pelo contrário, o movimento de unir o outro culmina em conhecimento mais leve, pois a ideia de diversão produz leveza, agora o prejudicial é o individual, existem pessoas magoadas, ressentidas que aproveitam uma festa para dizer o que deveria dizer na sua terapia ou manter-se em silêncio.

O ressentido é aquele que não quer esquecer, perdoar, não deixar para trás o mal que o vitimou.

Ressentir significa sentir de novo ou profundamente ou mostrar-se ofendido, magoado. Ressentir-se significa atribuir ao outro a responsabilidade pelo que lhe faz sofrer.

A superação do ressentimento passa necessariamente pela elaboração da ambivalência: o outro sou eu, mas ao mesmo tempo o outro é aquilo que eu quero expulsar de mim – de modo que o semelhante possa ocupar um outro lugar na vida psíquica do sujeito; lugar de semelhança na diferença, que não se confunde nem com uma duplicação do eu nem com o absolutamente estranho (Kehl, 2004, p. 51).

Fonte:
Kehl, M. R. (2004). Ressentimento (Coleção Clínica Psicanalítica). São Paulo: Casa do Psicólogo

“Conhecer-se a si mesmo é uma grande valia para a felicidade, tanto para termos noção mais concreta de nossas potencialidades quanto para sabermos dos nossos defeitos” (DEMO, 2001).Os seres humanos por serem desejantes, seres de linguagem são condenados a sentir, primeiro mal-estar e angústia, depois por serem impulsionados para algo que se supõe trazer a felicidade, um estado de completude de não falta.Quando algo acontece e não está de acordo com aquilo que é cotidiano, como uma morte o mal