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O humor, como está no popular, “o bom humor” tem a função de nos remeter ao suave, ao equilíbrio emocional, ao sorriso.

Mas quando nos impedem da brincadeira e o que está ao nosso lado é “ o Mal humor?

Esta semana decidi procurar algo sobre o tema do humor, no site http://pepsic.bvsalud.org/ achei este trabalho, está resumido.

O chiste, o humor e o riso podem ser considerados formas efetivas de se lidar com o mal-estar.

O humor seria uma criação simbólica repentina, quando através da surpresa e do inesperado eclode um sentido novo. É articulado e depende totalmente da linguagem e do deslizamento de sentido da palavra.

O humor torna o sujeito capaz de rir de si mesmo e mostra que toda verdade é incompleta, que o ser humano é insuficiente, e quando a vida mostra a sua imperfeição e falha, ainda assim vale a pena uma boa risada.

“O humor não é resignado, mas rebelde”. Assim, o humor possui uma dignidade dos processos que a mente humana cria para se desviar do sofrimento.

Daniel Kupermann, em seu livro Ousar rir, considera o humor uma ferramenta efetiva de intervenção clínica, justamente por promover esta subversão. A criação existente no humor surge da insistência pulsional, da teimosia do humor, que não é resignado, mas rebelde, surge do acaso e mobiliza o sujeito a sair de um lugar repetitivo para um lugar do desafio criativo.

E nesta dimensão trágica da existência, o chiste, o humor e o riso aparecem como formas efetivas de se lidar com o mal-estar.

Trechos retirado do trabalho da Psiquiatra-Psicanalista Marilia Brandão Lemos Morais publicado no site http://pepsic.bvsalud.org/