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Desde os miseráveis aos mais abastados podemos pensar se é possível viver sem o “bendito” ou “maldito” dinheiro.

Pensando no “bendito” é possível ganhar sem detrimento dos outros, isto é, sendo honesto? Ou pensando no “maldito” só é possível ganhar prejudicando os outros, isto é, sendo desonesto?

É possível constatar que o honesto ganha dinheiro para pagar as suas contas e ajuda a aquecer a economia de forma igualitária.

Algumas pessoas ganham dinheiro no intuito de ter apenas para si, não importando os outros, além disso, muitos se beneficiam do dinheiro público, com salários exorbitantes que chegam a 80 mil reais ou mais, esses dados podem ser obtidos no site da TRANSPARÊNCIA.GOV.

Mas, o que isto tem a ver com a psicologia? A forma como uma pessoa se relaciona com o dinheiro pode ser motivo de análise, acumular pelo simples prazer de acumular pode significar que houve uma fixação ainda não devidamente elaborada. Mas esse não é o nosso tema. O dinheiro proporciona muitas experiências prazerosas, viajar, viver bem, ir ao teatro, cinema, shows, estudar, aprender outras línguas, tudo isso e muito mais o dinheiro pode proporcionar. Podemos concluir que vivemos numa sociedade onde cada vez mais se paga para ser-no-mundo e a partir daí que se instala a confusão em pensar que ter é ser.