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Muitos pensam que roubar o outro é um sinal de esperteza, que pegar algo do próximo, sem o outro perceber é engraçado.

Que algo passado assim de geração em geração, é visto como normal.

Uma pena que costumes ligados a moral, não é ético para alguns e ético para outros.

Infelizmente para alguns só a aparência vale e não o conteúdo.

A luz da psicanálise há uma possibilidade de explicação em que a questão é, haverá mesmo isso de alguém furtar por doença, em razão de um impulso patológico?

A resposta é afirmativa. Trata-se sempre, ou quase sempre de algo inconsciente.

O tratamento é extremamente delicado, pois há uma corrente que defende, em que o sistema penitenciário resolve através da interdisciplinaridade e outras com a psiquiatria. Independentemente a psicoterapia sempre ajuda a revelar aquilo que ficou no escuro.