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A convivência gera aprendizado e podemos discutir sobre dois tipos, aquele que, de fato, acontece em termos de conhecimento geral e o outro específico.

O conhecimento geral é apreendido em primeiro lugar na infância e adquirido na família e nos primeiros contatos sociais. A possibilidade desses aprendizados se impregnarem no decorrer da vida é de extrema relevância, um exemplo que sempre ouvimos: “na minha família sempre foi assim”, “puxei à minha mãe”, ” na minha casa todos gritam”.

Já o conhecimento específico se dá através de outros grupos, como o dos amigos feitos na escola, na igreja, no clube, nas redes sociais. Nestes lugares o conhecimento é trocado com outros conteúdos, alguns se distanciam dos primeiros grupos familiares para perceber novos caminhos e transformar muitos conceitos que não servem para um relacionamento interpessoal mais afetuoso e amadurecer.
Os grupos podem nos mostrar algo que melhora ou piora?

O humano possui a característica de conviver com outros, a não ser que adoeceu psicologicamente, ao ponto de não confiar mais no outro e se isolar ou ficar refém de alguém que o escraviza e embotar a sua reflexão.

Quando este sentimento não é tratado através da psicoterapia, a vida se torna sem sentido, o desejo se apaga e a possibilidade de várias doenças psicológicas se instalarem no indivíduo é iminente.

A

é perder as conquistas ou ainda não conquistá-las e culpar aqueles que conquistaram.